
6. Guiné – 1963
Em Janeiro de 1963 os insurrectos atacam o aquartelamento de Tite usando pela primeira vez o uso de pistolas-metralhadoras e granadas de mão e efectuavam emboscadas na região de Bedanda. Entretanto, no final de Janeiro chegou a Bissu a LDP 103 e em Fevereiro de 1964 a fragata Nuno Tristão que rende o contratorpedeiro Vouga.
O Comandante – Chefe da Guiné não tinha ainda uma percepção da especificidade dos Fuzileiros que estavam a ser empregues em tarefas inadequadas à sua especialidade. Essa situação foi objecto de informação ao Chefe de Estado-Maior da Armada e redireccionada depois para o Secretário-Geral da Defesa Nacional.
Em Março, um grupo de guerrilheiros apoderam-se dos navios Mirandela e Arouca perto de Cafine.
As acções de violência surgem a sul da região. O DFE2 era a única força de Fuzileiros à data, fortemente empenhada em ligação com os meios navais e as forças terrestres, apoiando o desembarque das Companhias do Exército.
Em Maio de 1963 dá-se a colisão de dois aviões na região de Catió tendo um dos pilotos morrido e o outro sobrevivido ao conseguir aterrar de emergência na bolanha, próximo da Tabanca Tombali. Este piloto que sobreviveu era o sargento Lobato que, depois de maus tratos infringidos pelos guerrilheiros acabou preso numa das prisões da Guiné-Conacri durante sete anos. Só em 1970 foi libertado, melhor dito resgatado, pela maior operação da história da Guerra em África, a «Operação Mar Verde».
O agravamento da situação de guerrilha na Guiné acusava a escassez de meios. Muitas das intervenções do DFE2 era reforçada por um pelotão constituído pela força de desembarque da fragata Nuno Tristão e por pelotões da Companhia de Fuzileiros (CF) nº 3 chegados à Guiné sob o comando do 1º Tenente Alexandre de Carvalho Wandschneider.
Formação da CFE3:
Oficiais
1TEN - Alexandre de Carvalho Wandschneider.
1TEN – Fernando Bernardo Pinto
2TEN FZ RN – Manuel Hernâni Barros Gomes de Vallera
STEN FZ RN – António Fernando Salgado Soares
STEN FZ RN – Bernardino António Dias de Oliveira
STEN MN – Fernando Benedito Anders
Sargentos
SAJ FZ – António Nobre Carlos
1SAR FZ– António Serras Lobato
1SAR FZ – Abel Machado Barbosa
1SAR H FZ – Manuel Vitorino
1SAR TF – Manuel Gonçalves Carvalho
2SAR TF – João Luís Gil
2SAR FZ – Valentim Manuel Almeida da Guia
2SAR FZE – Cecílio José Ferreira Aguião
2SAR FZE – Manuel André Pinho
Praças
4- Cabos FZ, 1 Marinheiro FZ, GR FZ 64 e 12GR FZ.
Em Janeiro de 1963 os insurrectos atacam o aquartelamento de Tite usando pela primeira vez o uso de pistolas-metralhadoras e granadas de mão e efectuavam emboscadas na região de Bedanda. Entretanto, no final de Janeiro chegou a Bissu a LDP 103 e em Fevereiro de 1964 a fragata Nuno Tristão que rende o contratorpedeiro Vouga.
O Comandante – Chefe da Guiné não tinha ainda uma percepção da especificidade dos Fuzileiros que estavam a ser empregues em tarefas inadequadas à sua especialidade. Essa situação foi objecto de informação ao Chefe de Estado-Maior da Armada e redireccionada depois para o Secretário-Geral da Defesa Nacional.
Em Março, um grupo de guerrilheiros apoderam-se dos navios Mirandela e Arouca perto de Cafine.
As acções de violência surgem a sul da região. O DFE2 era a única força de Fuzileiros à data, fortemente empenhada em ligação com os meios navais e as forças terrestres, apoiando o desembarque das Companhias do Exército.
Em Maio de 1963 dá-se a colisão de dois aviões na região de Catió tendo um dos pilotos morrido e o outro sobrevivido ao conseguir aterrar de emergência na bolanha, próximo da Tabanca Tombali. Este piloto que sobreviveu era o sargento Lobato que, depois de maus tratos infringidos pelos guerrilheiros acabou preso numa das prisões da Guiné-Conacri durante sete anos. Só em 1970 foi libertado, melhor dito resgatado, pela maior operação da história da Guerra em África, a «Operação Mar Verde».
O agravamento da situação de guerrilha na Guiné acusava a escassez de meios. Muitas das intervenções do DFE2 era reforçada por um pelotão constituído pela força de desembarque da fragata Nuno Tristão e por pelotões da Companhia de Fuzileiros (CF) nº 3 chegados à Guiné sob o comando do 1º Tenente Alexandre de Carvalho Wandschneider.
Formação da CFE3:
Oficiais
1TEN - Alexandre de Carvalho Wandschneider.
1TEN – Fernando Bernardo Pinto
2TEN FZ RN – Manuel Hernâni Barros Gomes de Vallera
STEN FZ RN – António Fernando Salgado Soares
STEN FZ RN – Bernardino António Dias de Oliveira
STEN MN – Fernando Benedito Anders
Sargentos
SAJ FZ – António Nobre Carlos
1SAR FZ– António Serras Lobato
1SAR FZ – Abel Machado Barbosa
1SAR H FZ – Manuel Vitorino
1SAR TF – Manuel Gonçalves Carvalho
2SAR TF – João Luís Gil
2SAR FZ – Valentim Manuel Almeida da Guia
2SAR FZE – Cecílio José Ferreira Aguião
2SAR FZE – Manuel André Pinho
Praças
4- Cabos FZ, 1 Marinheiro FZ, GR FZ 64 e 12GR FZ.
Operação TREVO
A situação em Darsalame, a sul da Guiné era referida pelo Comandante da Defesa Marítima como fortemente minada pelo IN. Esta operação foi desencadeada em Novembro de 1963 com o apoio da fragata Nuno Tristão e com a actuação conjunta dos Destacamentos DFE7 e DFE8. Estes tinham ordens para desembarcar em na península a sul do Cubisseco e ocupar Darsalame. A operação teve a duração de quatro dias e os objectivos foram atingidos com alguns feridos com gravidade.
O DFE7 chegou a Bissau em 10 de Outubro de 1963 a bordo do navio Niassa.
Formação dos seus efectivos:
Oficiais
1TEN – João José de Freitas Ribeiro Pacheco
2TEN – Alexandre Cunha Reis Rodrigues
STEN FZE RN – Emídio Pedro Águeda Serrano
Sargentos
2SAR IE - Manuel Calado Cordeiro
2SAR H FZE José Manuel dos Santos Sequeira
Praças
Cabos -5, Mar – 8, 1GR – 26, 2GR – 38.
O DFE8 chegou a Guiné Bissau em 4 de Novembro de 1963 a bordo do NRP Vouga.
Efectivos:
Oficiais
1 TEN – Guilherme Almor de Alpoim Calvão
2 TEM – José Manuel Malhão Pereira
STEN FZE RN – Abel Fernando Machado de Oliveira
STEN FZE RN – José Luís Couceiro
Sargentos
2SAR FZE – José Lopes Pereira
2SARG FZE – Manuel Alves
2SAR FZE – Manuel da Costa André
2SAR – Júlio Francisco Simão
2SAR H FZE – José Manuel Santos Maria Calado
1SAR – António Augusto Fidalgo
1 SAR – H FZE – José Romão Nisa
Praças
Cabos FZE -1, MAR FZE 13, 1GR FZE – 70.
Efectivos:
Oficiais
1 TEN – Guilherme Almor de Alpoim Calvão
2 TEM – José Manuel Malhão Pereira
STEN FZE RN – Abel Fernando Machado de Oliveira
STEN FZE RN – José Luís Couceiro
Sargentos
2SAR FZE – José Lopes Pereira
2SARG FZE – Manuel Alves
2SAR FZE – Manuel da Costa André
2SAR – Júlio Francisco Simão
2SAR H FZE – José Manuel Santos Maria Calado
1SAR – António Augusto Fidalgo
1 SAR – H FZE – José Romão Nisa
Praças
Cabos FZE -1, MAR FZE 13, 1GR FZE – 70.